17.11.09

Músicas de 2009

Opa!

Então, tá acabando o ano, né. E como falar da minha vida está fora de questão e falar do mundo em geral já é feito por muita gente mais capacitada que eu, prefiro falar de música.

Esse ano, farei um post com 30 updates em dezembro. Isso mesmo, 31 músicas que marcaram o MEU ano. Uma por dia. Os links pra escutar (ou ver) as músicas, estará no meu blip.fm.

E sou chato nesse aspecto do "MEU", porque a lista é de gosto estritamente pessoal (E já vou adiantando, nada de Lady Gaga por aqui.)

Serão músicas que SEJA LÁ POR QUAL MOTIVO estarão presentes. Bandas conhecidas, reconhecidas, aclamadas ou não, de gosto talvez duvidoso, não importa. Minha setlist de 2009.

Porém, pra ter certeza de que não perdi nada, quero sugestões de vocês. Pode ser blog, twitter, msn, pessoalmente. Quais músicas marcaram o SEU 2009?

Espero comentários, não me decepcionem ó.ò

E até dezembro =]

4.11.09

Bicampeão

Não tenho fotos pra compartilhar com vocês, mas tenho algumas palavras. Serve?

Então. Hoje compareci à noite de autógrafos da edição 2008 do livro "Poemas no Ônibus e no Trem", concurso organizado pela prefeitura de Porto Alegre. E, para a minha surpresa, o Memorial do Rio Grande do Sul estava cheio. Lotado.

Ok, o lugar era pequeno. Mas todos os livros postos à venda no local (os 100 primeiros, pelo o que me informaram depois) se esgotaram em menos de 20 minutos. E filas e mais filas de pessoas querendo pegar os autógrafos dos 49 autores (logicamente, nem todos compareceram) selecionados. E eu lá, sentadinho, com uma caneta emprestada (porra, primeira noite de autógrafos da minha vida e eu não levo caneta!), um sorriso sincero no rosto, e também sinceros agradecimentos pelo apoio, sempre escritos nas páginas 46, acompanhado do meu nome.

Um rabiscado nervoso, tremido, admito. Eu não pertencia a aquele lugar. Gosto de escrever, é verdade, me aventuro na poesia também, mas aquilo não era pra um moleque que nem eu. Me senti importante. Estávamos sendo chamados de poetas. Alguns dos presentes certamente já tinham livros publicados.

Eu não. Eu só dava risada. Brincava de escritor por um dia. Aliás, eu era provavelmente o segundo mais novo lá (só não era mais novo que meu estimado amigo Pedro Branco, que também teve seu poema selecionado ano passado).

Mas, mesmo nervoso, eu disfarçava muito bem. A tranquilidade tomava conta de mim aos poucos, a letra já ficava mais inteligível e decidi agir como uma grande amiga me disse por telefone: "hoje a noite é tua". Minha e de mais 48, mas minha.

Uma folha de papel começava a correr a mesa, até parar na minha frente. Só ouço alguém dizer "ó, a lista dos selecionados desse ano".

Gelei. Me havia inscrito, como vocês sabem, para esse ano também. Para o livro do ano que vem. Sinceramente, não acreditava que seria chamado de novo. Mas estava lá. Meu nome. Recebi os parabéns das minhas "vizinhas" de mesa de autógrafos e até decidi me retirar mais cedo. Sair por cima, sabe.

Voltando pra casa, leio a introdução do livro. Duas coisas que sempre me deixavam curioso eram qual o número de inscritos por ano e quem selecionava os poemas. Logo a apresentação do livro, as respostas (e as surpresas):

"(...) Mais de 1.200 poesias e poetas inscritos que passaram pelo crivo de Mário Pirata, Celso Gutfriend, Laís Chaffe, Paulo Seben e Dilan Camargo, poetas que são escalados para o primeiro time da Poesia em qualquer lugar onde ela vive."

Então tá. Já que eles tanto insistem, sou poeta. E quer saber o mais legal? Agora não preciso mais me preocupar em procurar meu poema nos ônibus. Estão na parede do quarto. E na página 46.



Parabéns a todos os poetas selecionados, especialmente ao Ricardo Porto, à Liana, à Nina, e ao Pedro, de quem peguei autógrafos. Vejo vocês em 2010.

(E pra quem quiser ver a lista desse ano, nesse blog já tem)

2.11.09

Um Último Convite

No dia 3 de novembro, terça-feira (mais precisamente AMANHÃ), haverá a Noite de Autógrafos da Edição 2008 do Livro "Poemas no ônibus e no Trem". O evento inicia às 20h, no Memorial do Rio Grande do Sul, durante a 55ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Claro que só escrevo isso aqui porque estarei lá. Sim, para os que não sabem, um haikai meu circula nas linhas de ônibus da cidade há alguns meses.

Lembro do dia em que recebi a notícia por email, a de que estava entre os 49 selecionados. Minha vontade era de sair contando pra todo mundo, tanto que muitas pessoas já vieram me contar e ainda me contam que viram meus três versos em algum ônibus da Capital. Eu ainda não peguei nenhum ônibus com o poema, infelizmente.

Porém, uma coisa estranha, da qual eu já desconfiava, ainda acontece. Tem gente que não acha o que escrevi um poema, digamos, digno. Vem falar comigo dizendo que viram meu "poema" (o tom de voz é a versão falada das aspas) por aí esses dias. No começo isso me abalava de certa forma, e eu mesmo dava um tom de desprezo à minha própria obra quando mencionava, envergonhado, que "ah, mas são só três linhas..."

Mas agora não. Essa noite de autógrafos, mesmo que ninguém vá, é uma vitória pra mim. Primeiro porque eu nunca tive nada publicado em lugar algum. E segundo, o mais importante, é preciso reconhecer a dificuldade de um haikai bem feito. Haikai não é só uma frase de efeito com uma rima bobinha, haikai não é coisa de se botar no twitter e ser retuitado com um "hahaha". O haikai brasileiro, mesmo com esse jeitão mais descontraído (vide Millôr e Leminski), não se assemelha em qualidade literária a um haikai dentro das normas tradicionais criadas lááá do outro lado do mundo. E olha que eu gosto do Millôr e do Leminski.

Não vou falar de todos os "quesitos" técnicos necessários. Mário de Andrade já dizia que "um conto é tudo que o autor chamar de conto". Essa frase serve pra qualquer estilo literário. Hoje em dia não há mais limitações, regras. Pode se ensinar a escrever, mas não a escrever bem. Se o cara escreve qualquer bobagem e chama de poesia, não serei o primeiro a discordar.

Mas entre métricas, rimas e temas, o haikai possui algo a mais. É preciso dizer muito com poucas palavras. Pegar de onde não tem e colocar onde não cabe. O haikai é quase uma fotografia, de um momento único. E não é tão simples assim de fazer.

Respeito os haikais mais "contemporâneos" (olhaí as aspas de novo), mas a beleza do haikai clássico vai além das especificidades que separam os estilos. O haikai é um desafio ao escritor, que precisa colocar tanta informação, e com tanta qualidade literária, em tão pouco espaço. E também é um desafio ao leitor, que precisa tirar dali, daqueles três versos, uma interpretação. Ou pelo menos um sentimento (nem que seja só um "hahaha" virtual).

E é por isso que vou com certo orgulho pra tal noite de autógrafos. Mesmo que ninguém apareça. Vou me divertir sonhando com algum desconhecido me cumprimentando e dizendo "Ah, então é você! E quem é aquela moça, hein?"

Se vocês tiverem como ir lá, por favor, compareçam.

E sem desembaraço.

27.10.09

(H)Um ano

Essa nova "fase" d'O Grande Erro fechou um ano. É. Dia 24 de Outubro eu recomecei a brincar disso aqui. Bem menos despreocupado dessa vez, admito. As falidas tentativas de engrenar o antigo blog a qualquer custo estavam me frustrando. Porque querer ser "famoso"? Que porra de reconhecimento fajuto é esse de blog, twitter, até mesmo orkut ("me add ai blz")? Pra quê serve?

Alguns de vocês, certamente, podem ter as respostas. Mas não estou interessado em saber. Hoje mesmo, por exemplo, fiz dois updates no twitter que muitos considerariam ofensivo, ou até mesmo preconceituoso. Um dizia respeito à "Parada Livre" (preguiça de ter certeza do nome no google), que ocorreu ontem no Parque Farroupilha, festividade à qual pseudo-compareci com certa distância, e que exaltava a liberdade sexual, ou algo do tipo. Só sei que estava todo mundo se pegando. Não vou entrar em detalhes sobre o que eu considero vantagem e desvantagem de um evento como esse, mas achei interessante, é verdade. Achei que estava um ambiente divertido, meio ofensivo pra alguns, mas ainda assim divertido. Mesmo assim, fiz um comentário jocoso (nem vou dizer que é engraçado, porque não era pra ser) sobre a tal parada, twittando que semana que vem vai rolar a "Parada do Orgulho Hétero", na qual irei com a minha camiseta escrita "100% Branco".

Rá.

Se eu fosse um pouquinho mais "conhecido" na blogosfera (e agora, twittosfera), coisa que já tentei quando tinha meus 16, estava lascado. Porque as pessoas não respeitam as opiniões. Podem afirmar que sim, jurar por tudo e por todos que sim, mas não respeitam. Aliás, hoje em dia, não respeitam nem a felicidade dos outros. Incrível.

Mas já disse antes, não vou entrar em detalhes. Já escrevi tudo isso só pra falar dessa bobagem. O que importa é que o blog fez um ano e eu... Bem, eu não tô nem aí. Vou continuar escrevendo minhas tentativas de literatura, minhas realizações com as bandas, e minhas recomendações musicais de gosto tão duvidoso quanto o de alguns rapazes que vi na parada domingo. E assim o blog amadurece, troca de rosto, assim, com calma, que nem eu. Aos poucos, vou saindo da minha fase beta.

E sigam-me os bons.

(Eu disse que eram dois updates ofensivos no twitter, né? O outro fica pro próximo post. Ou não. Procurem lá no twitter. É sobre meus amados colegas de uma certa Faculdade do outro lado do Ipiranga...)

12.10.09

Perecível

E se encontraram no supermercado. Quanto tempo fazia? Dois anos? Três? Fazia algum tempo. E ele quase nunca ia naquele supermercado. Mais: quase não passava por aquela rua. Vai saber.


No começo ficaram parados, uns três, quatro segundos, preenchidos com um vazio de olhares. Ele deu seu "oi" tímido de sempre. Ela devolveu o "oi", quase inaudível. Ele se aproximou, arriscaram um abraço, meio desengonçado. Tentaram uma conversa, um "o que tu anda fazendo", um "tudo certo por aí", um "a gente se vê". Lógico que nunca se viriam.


Despediram-se. Ela seguiu em direção aos refrigerantes e ele foi pagar seu pacote de Cebolitos. Ainda não acredita que a encontrara, depois de tanto tempo. Ele não se lembrava das suas enormes olheiras, e de como ela ficou muito mais bonita sem os piercings e os olhos carregados de lápis no olho. Também se lembrava da voz dela mais clara, não tão sussurrante. Começou a se lembrar de todos os planos. Mas não conseguia lembrar o porquê de nem terem tentado. E só conseguia pensar se já seria muito tarde pra tentar recomeçar.


E ela, nem do nome dele se lembrava. E só conseguia pensar: "Na boa, Cebolitos?"

5.10.09

Distante (II)

(Primeiro post da "minissérie" AQUI.)


- Não, Léo, não está tudo bem. Nunca está. Mas está melhor do que se não estivesse como está. E sim, eu sinto sua falta. Mas não sinto saudade de você. A gente não sente saudade das pessoas, a gente sente saudade de pequenos momentos, detalhes, sorrisos, conversas. Se eu queria esses momentos de novo? Queria. Sinto falta deles. Sinto falta de você, aqui, sorrindo e conversando e fazendo parte dos detalhes dos quais eu sinto saudade. E por isso não está tudo bem, Léo. Nunca está. Mas pra ficar melhor do que como está, eu teria que abrir mão da única coisa que faz com que alguma coisa esteja bem. E eu não quero arriscar. Não por você. Nem por ninguém.



E desligou. E quando desligou, esqueceu de perguntar de volta se estava tudo bem. Mas tudo bem, ela nunca gostou dessas trivialidades mesmo.

29.9.09

Distante

Casal sentado, ou melhor, atirado em um sofá, com preguiça de trocar o filme no aparelho de dvd.

- Sabe, Bia?

- O quê, Léo?

- Um dia, eu queria ter uma daquelas máquinas do tempo, sabe?

- Pra quê, Léo?

- Pra voltarmos ao tempo em que éramos felizes, Bia. - Nesse momento Léo segura a mão de Bia com força. - E então eu pegaria na sua mão e te daria um beijo, e você me responderia com um sorriso, e...

- E nós sairíamos pra brincar com os dinossauros.

Um minuto de silêncio tão deprimente quanto cômico.

- Dinossauros, Bia? Faz tanto tempo assim?

- Máquina do tempo, Léo?

Cinco minutos de um silêncio ensurdecedor.

- Preciso de um cigarro.

- Dois.

14.9.09

Conversa (II)

(Se você não leu o primeiro post sobre isso, clique AQUI.)

- Licença, Deus?
- Oi, filho.
- Ocupado?
- Tudo bem. Estava só vendo meu orkut.
- Hm... Não sabia que o senhor tinha orkut.
- É, antes eu tinha Facebook. Mas sabe como é, sou homem do povo.
- Sim, sim. Facebook não dá, mesmo.
- Mas e então, a que devo a honra?
- Bom, eu vim-lhe agradecer.
- Ok.
- Ahn... o Senhor não vai perguntar pelo quê?
- Ué, achei que seria por todas as coisas boas na sua vida.
- Não, não... ahn... É, não.
- Então é por alguma coisa específica?
- Assim, Senhor. Eu perdi meu celular ontem, sabe. Estava voltando do trabalho na sexta e deixei cair do bolso, provavelmente.
- Aonde você o perdeu?
- Senhor, com todo o respeito, se eu soubes...
- Ok, ok. Desculpe. Você fala, Eu ouço.
- Certo. Bom, eu perdi meu celular, só me dei conta do acontecido quando cheguei em casa, e resolvi ligar para o meu número. Uma senhora bem simpática atendeu, disse que o tinha encontrado, e combinamos de, no outro dia, ela me devolver o celular.
- Sim... qual o nome dela?
- Glória.
- Glória?
- É.
- Glória, que mora na sua rua?
- É.
- Hum... conheço ela.
- É?
- Lembro da mãe dela. Ela tinha feito uma promessa pra mim. Era um parto de risco, sabe. Se tudo corresse bem, ela teria esse nome.
- Ahn... é, eu sei que ela certamente conhece o Senhor. Leu até o livro dos seus amigos, deve saber algumas falas de cor.
- Muitos sabem.
- Bom, mas enfim. A dona Glória me entregou o celular, e eu disse que não sabia como agradecer.
- Muito educado pra um ateu, hein?
- É, e sabe o que ela me disse? Disse pra que eu agradecesse ao Senhor.
- Como?
- Disse que Deus testa a nossa honestidade, coloca nossas tentações à prova, que muitos não devolveriam o celular, mas que ela, como religiosa, sempre na companhia de Deus, foi honesta e me devolveu.
- Mas... testar?
- É.
- Mas isso é ridículo!
- Eu sei, eu... peraí, como assim, ridículo? Achei que era essa a sua ideia...
- Claro que não! O que ela acha que Eu sou? Um Sílvio Santos? Um João Kléber? Que é uma pegadinha? Que daí ela te devolveria o celular e você diria "olha praquela câmera, você está no teste da honestidade"?
- Pois é. Mas fique calmo, há muitas pessoas assim lá embaixo. Que acham que devem ser honestas POR CAUSA do Senhor. Pra mim é como quando alguém diz que lava as mãos antes de comer POR CAUSA da gripe suína, sabe? Ou alguém que não gasta água POR CAUSA do aquecimento global. Não entendo quem precisa de desculpas pra agir com bom senso. Mas enfim, o que importa é que ela me devolveu. Ela até disse pra eu ir à igreja, mas como já somos meio íntimos, decidi vir pessoalmente...
- Claro, Ricardo. Fez muito bem. Você é um bom garoto. Você vai longe. Com quantos anos você está mesmo?
- 20, Senhor.
- 20... mais uns 13 anos, hein.
- Como assim?
- Nada, filho. Pode ir agora.
- Ahn... ok, Senhor. Se cuide, hein.
- Você também. E me adiciona lá no orkut.
- Claro! Como está seu nome lá, pra eu procurar?
- Gregory House.
- É? Sério?
- É. É meu perfil fake.
- Ah... claro, o Senhor só fica vigiando, né?
- Claro. Todo o mundo.
- Bom, vou indo. Espero que possamos conversar de novo qualquer dia desses.
- Tudo depende, filho.
- Depende do quê?
- Dos comentários de aprovação no teu blog.
- O Senhor também leu meu blog?
- Eu estou em todo lugar, lembra?

(A história do celular aconteceu de verdade. E esse é o meu jeito de agradecer. E lembre-se: não é porque o Senhor é o seu pastor que você precisa passar a vida inteira pastando.)

4.9.09

Crise

E então ele acorda. Acorda com uma ideia genial na cabeça. Esse termo, "ideia genial", ele usa pra tanta coisa, mas enfim. A ideia é mesmo genial. E olha que é difícil as ideias de hoje em dia serem geniais, ele mesmo achava que as ideias eram mais geniais quando tinham um acento. Parece que agora falta alguma coisa, né?

Mas enfim, uma ideia genial. Levanta de um salto da cama e procura, no escuro, qualquer pedaço de papel para libertar seus pensamentos. Mas como era mesmo? Não consegue se lembrar. Dá batidinhas na testa. Lembra que tinha alguma coisa a ver com um escritor que tem uma ideia dormindo, e daí acorda pra escrever. Lembra até que ia colocar alguma divagação no meio, algum diálogo com o leitor, uma pergunta retórica, essa coisa do narrador autor-editor, brincar com as palavras, ainda mais com essa reforma ortográfica, mas como era mesmo? Uma pena esquecer do resto da história. Só consegue se lembrar do começo. Será que havia algum conflito interessante, será que havia alguma história de amor reservada para o protagonista? Não consegue se lembrar. Só se lembra do início. Uma pena, mesmo. Há tempos que ele não tinha uma dessas ideias geniais.

Mas parece que agora falta alguma coisa, né?

19.8.09

Mix-o-matosis

Em uma das comunidades sobre o Radiohead no orkut, surgiu a ideia dos integrantes mais assíduos nos tópicos criarem, semanalmente, uma playlist com músicas que eles gostam, a ser disponibilizada na internet para os outros membros da comunidade poderem ouvir e discutir. Nessa semana, eu fui convidado a fazer essa mixtape. Como esse blog anda meio parado e como nunca é tarde e qualquer coisa é desculpa pra falar de música, vou pôr o link pra baixar as músicas aqui, e quem quiser pode ficar à vontade para ouvir e comentar a respeito.

Se os poucos que me acompanham gostarem da ideia, proponho que façam também uma seleção de músicas (de até uma hora) e me deem o link, que eu divulgo aqui e ainda faço uma resenha sobre cada música =P

Download:
http://migre.me/5rOI


01 - Nico Nicolaiewsky - Feito Um Picolé No Sol
02 - The Smiths - Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me
03 - The Dresden Dolls - Girl Anachronism
04 - The Last Shadow Puppets - Standing Next To Me
05 - The Zutons - Valerie
06 - Jason Lytle - Brand New Sun
07 - Rufus Wainwright - Oh What a World
08 - Fiona Apple - Paper Bag
09 - Grupo Musical Saracura - Flor
10 - Cordel Do Fogo Encantado - Na Veia
11 - Tom Zé - Só (Solidão)
12 - Billie Holiday - You've Changed
13 - Jovanotti - A Te
14 - Musictopia - Cada Vez Mais Eu
15 - Nei Lisboa - Rima Rica/Frase Feita

Não vou comentar especificamente sobre as músicas agora, mas essa mixtape foi construída com base em:

- canções que significam MUITO pra mim, e que eu espero que "toquem" vocês da mesma forma;
- canções de artistas que talvez pouquíssimas pessoas conheçam;
- e canções de bandas mais atuais que eu tenho escutado bastante ultimamente e talvez seja interessante compartilhar.

Para quem quiser acompanhar o "debate" no tópico, eis o link: http://migre.me/5rP1 (mas creio que seja necessário ser membro da comunidade para olhar)

Até =]